8 de novembro de 2012
STJD afasta Sport, Ponte e Bahia do processo do gol com a mão de Barcos
O STJD impediu Ponte Preta, Sport e Bahia de participarem como terceiro interessados no julgamento de Inter 2x1 Palmeiras, que ocorrerá nesta quinta-feira, no Pleno do tribunal, no Rio. O STJD, através do relator Ronaldo Botelho Piacente, o tribunal entendeu que o processo envolve apenas Inter e Palmeiras. Esses três clubes tentaram ingressar no processo alegando que o Palmeiras poderia ser beneficiado com um gol irregular - no caso, com a mão de Barcos.
Jean Pierre Gonçalves Lima: "Fiz tudo certo e agora estou sendo punido"
Em seu depoimento nesta quinta-feira, no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Jean Pierre Gonçalves Lima ratificará que partiu dele, então o quarto árbitro do jogo, a informação do gol irregular do centroavante argentino Hernán Barcos. Em entrevista a ZH, o árbitro de 33 anos lamentou que, desde a partida no Beira-Rio, não foi mais relacionado para os sorteios de arbitragem.
Zero Hora — O que você dirá aos auditores no julgamento?
Jean Pierre Gonçalves Lima — Que eu fiz tudo certo. Vi que o gol foi com a mão e informei o árbitro. Vou reafirmar isso no STJD.
Jean Pierre Gonçalves Lima — Que eu fiz tudo certo. Vi que o gol foi com a mão e informei o árbitro. Vou reafirmar isso no STJD.
ZH — Você acredita que foi colocado na "geladeira"?
Jean Pierre — Se fui, não me informaram. Depois daquele jogo, não entrei mais em nenhum sorteio. Nem como quarto árbitro. Fiz tudo certo e agora estou sendo punido.
Jean Pierre — Se fui, não me informaram. Depois daquele jogo, não entrei mais em nenhum sorteio. Nem como quarto árbitro. Fiz tudo certo e agora estou sendo punido.
ZH — Você voltará a apitar no Brasileiro após o julgamento?
Jean Pierre — Espero que sim, que agora isso acabe. Minha honestidade e credibilidade estão em jogo. Fiz a coisa certa e faria tudo de novo. Omisso, eu não sou.
Jean Pierre — Espero que sim, que agora isso acabe. Minha honestidade e credibilidade estão em jogo. Fiz a coisa certa e faria tudo de novo. Omisso, eu não sou.
7 de novembro de 2012
FC 1 Ano.
E hoje eu passo a amar mais o Inter , e hoje é uns dos dias mais importantes pra mim , pois um ano hoje , crescia ainda mais o meu amor pelo Inter , um ano hoje , o carinho a admiração que eu tenho pelos jogadores , só aumenta , e é com esse clube que eu quero reviver todas as conquistas , todas as batalhas , TUUDO .
EEEU TEEE AMOOO INTEEER , E EU SEI , É PRA SEMPRE . By Julia Gracioli (Dona):
6 de novembro de 2012
Ranking da Conmebol: Inter é o terceiro e Grêmio aparece em 19º lugar
A Confederação Sul-Americana de Futebol divulgou o ranking da entidade nesta segunda-feira, com Inter e Grêmio na terceira e na 19ª colocações, respectivamente. A liderança é da La U, do Chile, campeã da Copa Sul-Americana 2011 e semifinalista da Libertadores 2012, além de vice da Recopa 2012 — perdeu a decisão para o Santos, que havia vencido a Libertadores 2011 e que figura em segundo na lista, com 463,5 pontos. Os chilenos tem 482,95.
O Inter soma 431,98 e é o segundo melhor brasileiro. Em seguida, aparecem LDU (Equador), Vélez Sarsfield, Libertad (Paraguai), Estudiantes, Corinthians, Boca Juniors e Indepediente, que fecha o grupo dos 10 primeiros colocados.
O Grêmio aparece em 19º, com 176,5 pontos, atrás dos seguintes brasileiros: Fluminense (13º), São Paulo (14º) e Cruzeiro (15º), além dos estrangeiros Universidad Católica (11º), Cerro Porteño (12º), Deportivo Quito (16º), Emelec (17º) e Nacional (18º).
Como funciona o ranking:
O ranking da Conmebol contabiliza a participação dos clubes nas últimas cinco edições dos torneios internacionais considerados oficiais pela entidade: Libertadores, Sul-Americana, Recopa Sul-Americana, Copa Suruga e Mundial de Clubes.
O Inter soma 431,98 e é o segundo melhor brasileiro. Em seguida, aparecem LDU (Equador), Vélez Sarsfield, Libertad (Paraguai), Estudiantes, Corinthians, Boca Juniors e Indepediente, que fecha o grupo dos 10 primeiros colocados.
O Grêmio aparece em 19º, com 176,5 pontos, atrás dos seguintes brasileiros: Fluminense (13º), São Paulo (14º) e Cruzeiro (15º), além dos estrangeiros Universidad Católica (11º), Cerro Porteño (12º), Deportivo Quito (16º), Emelec (17º) e Nacional (18º).
Como funciona o ranking:
O ranking da Conmebol contabiliza a participação dos clubes nas últimas cinco edições dos torneios internacionais considerados oficiais pela entidade: Libertadores, Sul-Americana, Recopa Sul-Americana, Copa Suruga e Mundial de Clubes.
Mesmo com objetivo de 2012 longe do alcance, Luigi se recusa a falar sobre futuro do Inter
Projetar 2013 é o que resta a um Inter com remotíssimas chances de classificação à próxima Copa Libertadores. Após a derrota para o Náutico, a tarefa de chegar à competição continental tornou-se praticamente impossível, mas por mais que o objetivo de 2012 esteja longe do alcance, o presidente Giovanni Luigi não quer tornar públicas suas posições sobre os rumos do clube no ano que vem.
A eleição presidencial colorada, que terá seu primeiro turno nos próximos dias, aumenta a indefinição sobre os nomes que continuarão e os que deixarão o Beira-Rio após o fim do ano. Mesmo que seja reeleito, porém, o atual presidente diz que só falará sobre o futuro após o final desta temporada, para preservar os profissionais que hoje trabalham no Inter.
Uma das constantes críticas ao elenco é a presença de vários jogadores experientes e com muitos anos de clube, que estariam no final de seu ciclo no Beira-Rio. Perguntado sobre a situação destes atletas, Luigi tergiversou.
— Essa é uma questão interna, que eu não vou tratar com vários jogos ainda até o final do ano — afirmou.
A resposta foi parecida quando a pergunta tratou do futuro de Fernandão. Diretor executivo de futebol transformado em técnico durante a temporada, o ídolo tem permanência incerta em 2013. Luigi foi questionado sobre a situação do treinador se for reeleito:
— Em respeito a todos que estão, essa é uma questão que eu não vou me manifestar até o final do ano. Eu somente vou falar sobre esse assunto sendo reeleito e depois do ano encerrado.
O presidente ainda pediu aos votantes do pleito que avaliem a totalidade de sua gestão antes de decidir o melhor candidato, para que o mau momento do time em campo não tenha tanta influência no resultado das eleições.
— As pessoas têm que fazer a avaliação do todo, dos dois anos, de todas as coisas que foram feitas, boas ou ruins, e votar no candidato que julgarem ser melhor — concluiu.
Os motivos que levaram o Inter a encerrar 2012 em novembro
A derrota em Recife por 3 a 0 para o Náutico fez o Inter encerrar o ano de forma precoce. Com uma folha salarial na casa dos R$ 9 milhões, o torcedor esperava que a esta altura do Brasileirão o time de Fernandão estivesse brigando pelo título ou confirmado com uma vaga na Libertadores em 2013 - fato matematicamente viável, mas praticamente impossível de acontecer. Zero Hora enumerou sete erros em uma temporada em que um Inter que tanto venceu nos últimos anos conquistou apenas um modesto Gauchão.
1. O mistério das lesõesDesde janeiro, em Gramado, quando Tinga sofria com um problema na coxa esquerda, o Inter convive com uma série de lesões e desconfortos musculares. Consideradas normais pelo departamento médico, as reincidências de alguns jogadores intrigam a torcida. D'Alessandro e Dagoberto são os principais personagens deste ponto. As quatro lesões do camisa 10 somadas aos dois cartões amarelos e dois vermelhos do capitão do Inter em 2013 desfalcaram a equipe em 17 oportunidades no Brasileirão _ o que equivale à metade dos jogos do time de Fernandão na competição. Já Dagoberto, com um problema no adutor da coxa direita sentido na partida contra o Vasco, dia 24 de outubro, não pôde ser aproveitado em boa parte dos jogos da temporada. A expectativa é que a volta do atacante seja no Gre-Nal do dia 2 de dezembro, última rodada do campeonato nacional.
2. Dorival Jr. e o vestiárioCasos de insubordinação como o de Fabrício na partida contra o Flamengo ainda no primeiro turno do Brasileirão - quando o camisa 14 gesticulou contra o treinador após uma cobrança de posição - e o de Dátolo, que ignorou o pedido de Dorival Júnior para que Nei batesse um pênalti na primeira partida das oitavas da Libertadores, trouxeram à tona a falta de comando no vestiário colorado. Ainda que Dorival tenha ganho o Gauchão deste ano, a campanha pífia na Libertadores, quando obteve a última colocação na classificação geral da competição, e a dificuldade da equipe em engrenar e realizar atuações convincentes evidenciavam a necessidade de um algo mais para o grupo do Inter.
3. O "técnico" FernandãoConvicção da diretoria no pensamentos de Fernandão sobre o futebol. Quando assumiu, em 20 de julho, foi este o argumento para o diretor executivo deixar a sala confortável no Beira-Rio e assumir a casamata como treinador. Após um início promissor, com 14 pontos conquistados em 18 disputados, o capitão do Mundial viu seu mundo ruir em setembro, quando em um empate contra o Sport dentro do Beira-Rio destacou que levou "totó" do adversário e que alguns jogadores estavam na "zona de conforto". Ao que tudo indica, a certeza dos dirigentes acabou. Fernandão, Giovanni Luigi ou Luciano Davi evitam falar sobre a renovação ou futuro do treinador no clube.
4. Cinco estrangeirosContratar Dátolo e Diego Forlán e contar com cinco estrangeiros no grupo, quando o país permite apenas que três deles estejam em campo, criou polêmica no Beira-Rio. A titularidade incontestável de Guiñazu e de D'Alessandro deixavam evidente que Dátolo, Bolatti e Diego Forlán concorriam à única vaga restante no time de Fernandão. Logo, dois jogadores de nível de seleção sequer fardavam em diversas situações - Dátolo chegou a ser preterido da equipe suplente em alguns treinamentos.
5. O fator Beira-RioO Ministério Público pediu e o Beira-Rio chegou a ser interditado, houve inúmeras vistorias para acompanhar o andamento das obras no estádio, Fernandão disse que a equipe perdera o fator local. Mas ainda assim a diretoria optou por manter o mando de campo no Brasileirão dentro do Beira-Rio. O presidente da Federação Gaúcha de Futebol, Francisco Noveletto, chegou a aconselhar o Inter a se distanciar do estádio em obras. Sugeriu o Alfredo Jaconi, casa do Juventude, para receber os jogos. Não foi atendido. Para 2013, outra ideia dos dirigentes do Inter é utilizar o novo estádio do Cruzeiro, em Cachoeirinha.
6. General BolívarCapitão da equipe até a vitória diante do Coritiba, Bolívar foi sacado contra o Flamengo com o argumento de que Fernandão estava preocupado com a velocidade do ataque carioca. Após o episódio, uma gripe e uma tendinite tiraram o zagueiro das rodadas seguintes do Brasileirão. Recuperado, o ex-capitão deixou até mesmo o grupo de relacionados para os confrontos do nacional. Contra o Atlético-MG, sem Índio, Juan e Rodrigo Moledo, Fernandão acabou escalando o volante Ygor improvisado na função. Nos bastidores, há a informação de que o camisa 2 só deseja fardar se atuar como titular. Líder no grupo, declarações dos boleiros deixam claro o envolvimento do zagueiro nas questões do vestiário.
7. Sem peças de reposiçãoO Inter sofreu com a demora para a finalização das negociações com jogadores ao longo da temporada. Em fevereiro, o zagueiro Rafael Tolói chegou a vir a Porto Alegre para realizar exames médicos e assinar com o clube, mas problemas com investidores espanhóis melaram o anúncio. Na lateral direita, um dos problemas pontuais da equipe desde o ano passado, a apção foi Edson Ratinho, que não impressionou a torcida e nem fez sombra a Nei – mesmo que o titular não tenha tido atuações seguras. As convocações de Leandro Damião para a Seleção Brasileira, problema sabido desde o final da temporada passada, também foi resolvido tardiamente. A ideia do Inter era contar com Nilmar, que chegou a declarar publicamente a vontade de retornar ao Beira-Rio, mas terminou no futebol árabe. A solução foi Rafael Moura, que só desembarcou na Capital em agosto.
Conselheiros ouvem planos dos candidatos à presidência do Inter
Uma reunião no Beira-Rio iniciou na noite de hoje a semana eleitoral do Inter. Aos conselheiros, os três candidatos à presidência do clube expuseram o plano de gestão para o biênio 2013-2014. O primeiro foi Giovanni Luigi, atual mandatário colorado e concorrente à reeleição pelo Movimento Inter Grande. Em seguida foi a vez de Luiz Antonio Lopes, do União Colorada, apresentar seus planos para o Inter. Por último, Sandro Farias, nome apresentado pelo Convergência Colorada na busca pela principal cadeira do Beira-Rio, foi quem falou.
A percepção de que haverá um segundo turno é tendência entre os candidatos. Giovanni Luigi acredita que, na próxima quinta-feira, os 346 conselheiros escolherão que o voto do torcedor decida o novo presidente do clube. As duas chapas com mais votos e que superarem a cláusula de barreira _ 25% das cadeiras do conselho ou 87 votos _ disputarão o segundo turno no dia 15 de dezembro. Estarão aptos a votar mais de 75 mil eleitores.
_ Que a gente possa viabilizar, depois dessa eleição, a união dos colorados, dos movimentos políticos, pelo engrandecimento do clube _ disse Luigi ao deixar a reunião.
_ Temos uma equipe vencedora. Nossa equipe, sem menosprezo às demais chapas, é a melhor. Não tenho dúvida disso _ alfinetou Lopes.
_ Saio feliz e satisfeito com o conteúdo que conseguimos apresentar. Nosso foco é o futebol: entendemos que deva se qualificar o departamento _ apontou Sandro Farias.
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